sábado, junho 14, 2014

HISTÓRIA: A REVOLUÇÃO INDUSTRIAL

A Revolução Industrial
Atualmente as inovações, invenções e revoluções ocorrem de maneiras tão aceleradas, estimulando a competitividade e transformando a vida da sociedade. Porém foi a partir da invenção da máquina a vapor usada na produção têxtil, que os produtos começaram a serem fabricados em grande escala. 

Dar início a partir desse invento uma nova fase na história comercial, que ficou conhecida como: A Revolução Industrial.

Os bens de consumo eram produzidos de forma artesanal, os trabalhadores utilizavam ferramentas manuais, tornando o trabalho lento e pouco produtivo.

Foi à Inglaterra, país localizado no continente europeu, a precursora da primeira máquina que substituiu os afazeres artesanais para os trabalhos operados pelo homem nas máquinas
.
Esse invento mudou o ritmo de vida das sociedades, cidades cresceram vertiginosamente, sem nenhum planejamento, consequência do êxodo dos trabalhadores rurais para as áreas urbanas. Ao mesmo tempo em que as novas máquinas trouxeram trabalhos e aumento na produção e progresso, trouxe também miséria, revoltas e reivindicações, etc.

Foram criados os primeiros passos para a industrialização, transformando a matéria-prima em manufatura para o consumo.

Os produtos eram produzidos em grandes escalas. Este acontecimento ficou conhecido como “Revolução Industrial”.

O homem do campo migra para cidade em busca de melhores oportunidades de trabalho, busca uma vida mais digna. Esse novo trabalhador é chamado de operário ou proletariado. Os produtos que antes eram fabricados artesanalmente passam a ser feito agora pelas máquinas que são manipuladas pelas mãos dos camponeses que operam as maquinas.

O impacto dessas transformações gerou um novo estilo e vida, porém trouxe outras consequências, mudou o modo de pensar, o modo de vida nas sociedades humanas.
Houve o êxodo do homem do campo para as urbes, as cidades com indicie populacional pequenas triplicou sua área urbana.

Em 1698, Thomas Newcomem desenvolve a primeira máquina a vapor, essa máquina drenava a água das minas de carvão. No ano de 1765, James Watt, aprimorou este invento, tornando a base para o novo ciclo econômico, que no século XVIII estabeleceu regras e mudou o nosso planeta em todas as esferas.
Os principais inventos que contribuíram para essa nova época foram:

. Invenção da Máquina a vapor
. Invenção do Telegrafo (1837);
, Invenção da Locomotiva (1829);
. O Fonografo (1877).

A miséria, o desemprego, a carga horária e os baixos salários, deu origem ao movimento que ficou conhecido por ludismo, este movimento consistia na destruição das máquinas. Por causa do tratamento que os operários recebiam.

A busca por novos entrepostos comerciais elevou o sistema imperialismo de algumas nações europeias a desencadearem vários conflitos em outros continentes, oprimindo ainda mais as colônias que foram apossadas de forma desleal, um dos principais conflitos foi a Primeira Guerra Mundial.

A passagem da sociedade rural para a sociedade urbana desenvolveu um novo estilo de vida nas pessoas, estabeleceu regras e normas, sindicatos foram criados, hospitais, escolas modernas, a ciência avançou, os meios de transportes encurtou as distancias, a internet pôs o mundo em suas mãos.

Autor: Profº. Plínio Farias

Referências:
Projeto Teláris: História / Gislane Campos Azevedo, Reinaldo Seriacopi – 1.ed – São Paulo- Ática, 2012 – (Projeto Teláris: História )   




sábado, maio 24, 2014

HISTÓRIA: AS PRIMEIRAS UNIVERSIDADES

AS PRIMEIRAS UNIVERSIDADES

No século XI, foram criadas na Europa as primeiras escolas de ensino superior, batizada com o nome de Universidade. Na cidade de Bolonha, na Itália, país localizado no continente europeu, foi construído a primeira instituição de ensino superior.

Os primeiros cursos oferecidos foram: Medicina, Astrologia, Direito e Teologia.
Em Salvador capital do Estado da Bahia, em 1808, foi fundada a primeira Universidade do Brasil. Logo depois foram criadas outras instituições de Ensino no Estado de São São Paulo e no Estado de Pernambuco, precisamente e na cidade de Olinda.

A igreja católica era responsável pelo ensino no Brasil. O contato entre os Lusitanos e nativos mudou expressivamente alguns costumes e tradições culturais dessas sociedades que viviam em harmonia com a natureza, principalmente em relação aos diversos dialetos, falados pelos primeiros habitantes do Brasil.

A vida acadêmica estava permeada nos alicerçares das Universidades tradicionais europeias. A primeira Universidade a oferecer cursos diversificados no Brasil foi a Universidade do Rio de Janeiro, em 1920.

Estas instituições de ensino colaboraram para os primeiros avanços do pensamento científico. As primeiras Universidades nasceram com o objetivo de substituírem as escolas cavalheirescas. Essas escolas destinavam a formação de homens guerreiros, época marcada por guerras, pestes e fome.

Este período foi conduzido pela igreja católica. A cultura, assuntos políticos e outros valores sociais eram fundamentados nos denodos da Igreja Católica, época marcada pela repressão ao saber.

Com a criação dessas instituições, novos métodos e práticas de ensino surgiram. Essas agremiações agora eram promotoras dos conhecimentos, e atraiam pessoas de varias partes em buscar do saber.

Universidades mais antigas do mundo:

Universidade de Bolonha - Pais Itália –Ano 1088
Universidade de Oxford- Pais Reino Unido –Ano 1096
Universidade de Paris- País França –Ano 1170
Universidade de Modena - País Itália–Ano 1175
Universidade de Cambridge- País Reino Unido–Ano 1209
Autor: Prof. Plinio Farias

http://.wikipedia.org/.../Anexo:Lista_das_universidades_mais_antigas_do_m...
Rocha, Manuel José Fonseca - Met. de Ensino Superior -
Centro Universitário Leonardo da Vinci - Indaial-SC. 2009.

domingo, abril 27, 2014

HISTÓRIA: CIDADE COM NOMES INDÍGENAS

CIDADES BRASILEIRAS COM NOMES INDÍGENAS

Um dos principais dialetos falado pelos povos nativos do Brasil era o tupi-guarani. Língua que exerceu bastante influência sobre o idioma oficial do Brasil.

O Paraguai é o único país que fala dialeto guarani.

Centenas de cidades receberam nomes indígenas. 
Tietê: (Estado de SP). Significado: Rio fundo.
Iguatemi: (Estado de SP). Significado: lago ou lagoa verde;
Ipanema: (Estado de RJ). Significado: Água ruim;
Guarulhos: (Estado de SP). Significado: Tribo indígena que ocupava os arredores de Piratininga;
Jacarepaguá: (Estado de SP). Significado: Enseada, alagado;
Itu: (Estado de SP). Significado: Alto, cachoeira;
Ipatinga: (Estado de SP). Significado: Lagoa branca;
Jundiaí (Estado de SP). Significado: Rio dos bagres;
Pacaembu (Estado de SP). Significado: Atoleiro, terra alagada;
Paraibuna: (Estado de SP). Significado: Rio de águas turvas;
Piracicaba: (Estado de SP). Significado: Pescaria, peixe;
Arapiraca: (Estado de AL). Significado: Árvore da casca solta;
Araraquara: (Estado de SP). Significado: Morada, abrigo;
Atibaia: (Estado de SP). Significado: Lugar saudável;
Bocaiuva: (Estado de SP). Significado: Espécie de palmeira;
Buerarema: (Estado de BA). Significado: Madeira, árvore;
Gravatá: (Estado de PE). Significado: Resistente;
Gravataí: (Estado de RS). Significado: Rio, água;
Guajará-Mirim: (Estado de RO). Significado: Pequeno rio;
Paranapanema: (Estado de SP). Significado: Semelhante.

Autor: Prof. Plínio Farias

Referências: Extraídos da internet.

sábado, abril 19, 2014

HISTÓRIA: COMUNA DE PARIS

A COMUNA DE PARIS

Em 1870, a França saiu vencida durante um conflito contra a Prússia.

Com a prisão do Imperador francês, pelo exercito da Alemanha, foi instaurado outra vez o sistema republicando (a Terceira República). Assumindo o poder um governo provisório.

O comando da nação esteve sob a tutela de Louis Adolphe Thiers (1797-1877). Partidário do sistema Conservador governou a França entre 1871 a 1873.

Nesse período as classes proletárias passavam por situações precárias: falta de afazeres, fome, humilhações e moradias, faziam parte da rotina desses trabalhadores. Todos esses fatos contribuíram para o levante de milhares de trabalhadores franceses a organizarem uma grande insurreição contra o governo.

Em 1871, os trabalhadores tomaram a cidade de Paris, e instauraram o sistema de Comuna Livre, era composta pelas classes operarias.

As propostas das Comunas eram:

. Criar uma Federação sob a tutela das classes proletárias, constituindo Comunas Livres e autônomas.

 . Eleição para escolher os funcionários através dos votos dos trabalhadores; 

. Substituir o exército por milícias populares:

. Congelamento dos preços dos alimentos.

Porém, o sonho da classe operária em criar um novo sistema de gerir a vida pública dos franceses, duraria somente dois meses. O governo de Thiers recebeu apoio do governo da Alemanha para confrontar com os insubordinados.

Em maio de 1871, Paris foi cercada, após uma semana de intensos combates os federados foram derrotados e massacrados. Quase 20 mil pessoas foram mortas.

A Comuna de Paris é considera o primeiro sistema de governo gerido pela classe operária.

Prof. Plínio Farias

Referências:
Gilberto Cotrim - Historia Global, Brasil é Geral, pnld 2012 2013, 2014 - volume 2, Ensino Médio. Ed.Saraiva.                                             
                          

domingo, abril 06, 2014

HISTÓRIA: MUDANÇAS NA EUROPA

Mudanças na Europa

No século XVII, o mundo passou por mudanças econômicas e sociais, a Inglaterra, país situado no continente europeu, foi o precursor nesse desenvolvimento acompanhado por outras nações.
No século XIX, o mundo passa por um surto tecnológico, esse procedimento forneceu subsídios suficientes na acumulação de riquezas na balança comercial de vários países, e liderança de alguns países perante outras nações que não se industrializaram.
Inglaterra, Estados Unidos, Alemanha, França e Itália, foram os primeiros países que ocorreram essas revoluções econômicas, sociais e tecnológicas.
A invenção do telégrafo, telefone, a utilização do petróleo e da eletricidade nas fábricas para moverem as indústrias, o Trem, o sistema de navegação de barcos a vapor, técnicas para produzir aço e a criação do automóvel. Essas invenções deram incrementos e colaborou para os embates entre várias nações.
Surgiram empreendimentos, empresas e sociedades gigantescas, que passaram a controlar o mercado consumidor, espalhando filiais por outros países, esses filiais receberam o nome de multinacionais.
Alguns empresários sabendo das potencialidades comerciais que essas novas tecnologias propiciavam, procuraram ampliarem o comercio com outros países e colônias.
Usado novas tecnologias na transformação da matéria-prima em bens de consumo, as fábricas passaram a produzirem em grandes escalas as manufaturas, os artigos ficavam mais baratos em relação aos concorrentes.
As colônias forneciam matéria-prima, como carvão, petróleo e aço, e outros incrementos utilizados na fabricação das manufaturas dessas fábricas.
Antes desse período as pessoas viviam nos campos e pequenos vilarejos. Essas mudanças acelerou o crescimento das cidades em função das indústrias e da grande massa de trabalhadores.
Essas mudanças recebeu o nome de Revolução Industrial, consolidou o capitalismo em vários países. Os países que se industrializaram precisavam da matéria-prima para transformação em manufaturas, a principal consequência de tudo isso foi o imperialismo.
Outro fator importante foi às invenções, e o uso da energia elétrica e do petróleo.
Professor: Plínio Farias
Referências: Azevedo, Gislane Campos- Reinaldo, Seriacopi. Pag.134 a 134- Da pré-história á antiguidade (Projeto Taláris) Ed.Ática-SP - 2012
   

sábado, fevereiro 22, 2014

HISTÓRIA: AS CONSEQUÊNCIAS DA NOVA CULTURA, A LAVOURA DE CAFÉ.

As Consequências da Nova Cultura, a Lavoura de Café.
Desde o começo do advento dos lusitanos em solo latino americano, e após apropriarem-se dessas terras, que hoje e o Brasil. Os portugueses encontraram uma espécie de árvore conhecida por pau-brasil, essa espécie era bastante valorizada na Europa devido sua cor avermelhada. Do “pau-brasil, os europeus extraiam uma substância corada para o tingi mento dos tecidos”, deste modo este foi o primeiro artigo exportado do Brasil.
No século XIX, dar início a uma nova cultura agrícola, conhecida por café. As plantações dos cafezais se expandiram em algumas regiões do Brasil, os proprietários de terras ordenaram a derrubadas das matas nativas. A floresta atlântica foi totalmente devastada para a plantação dessa lavoura.
 Em meados do século XIX, a safra de café tornou-se o produto de maior exportação da balança comercial do Brasil colonial. Representando 50% de tudo que o Brasil exportava. O açúcar era o segundo artigo de exportação bancando 10% das exportações.
Muitas vilas surgiram próximas as grandes fazendas e outras cresceram devido ao incremento da cafeicultura. Novos tempos abrolharam, transformando a sociedade e dando impulso a economia brasileira.
No inicio o trabalho era feito por mão de obra ancila, após a independência os afazeres foram substituídos por imigrantes, emanados do continente europeu e asiático.
As primeiras plantações de café eram concentradas no litoral. Nos meados do século XIX, as plantações expandiram-se para o interior paulista e sul de Minas Gerais.
Com a expansão dos cafezais para o interior e encontrar-se distantes do litoral, o transporte era realizado por animais e levava alguns dias para chegar ao destino final.

 Este tipo de condução era muito vagaroso e encarecia o produto. Políticos e fazendeiros trocaram a força animal por ferrovias, desta maneira boa parte do escoamento da produção cafeeira era transportada por “trem”. 
A primeira estrada de ferro foi instalada no ano de 1854, no Estado do Rio de Janeiro, ligava a baia da Guanabara ao sopé da serra de Petrópolis.
Com a construção de ferrovias, inicia-se o período de modernização do Brasil, principalmente na transformação do espaço urbano. A cidade do Rio de Janeiro, capital do Império brasileiro, passou por diversas reformas: 
Iluminação nas ruas a gás;
Calçamento das vias mais importantes;
Construções de canais de esgoto;
Novas avenidas foram construídas e coleta de lixo foi estabelecida.
 Porém essas reformas não favorecia toda a população, enquanto os bairros mais ricos eram beneficiados, as classes mais pobres não usufruíam destas benfeitorias.
Autor: Profº. Plinio Farias
Referências: Azevedo, Gislane Campos- Reinaldo, Seriacopi. Pag.134 a 134- Da pré-história á antiguidade (Projeto Taláris) Ed.Ática-SP - 2012 

sábado, fevereiro 08, 2014

HISTÓRIA: O NASCIMENTO DE UMA NAÇÃO

Brasil: O Nascimento de Uma Nação
Quando os portugueses aportaram em terras brasileiras, foram recebidos por povos que habitavam nesse território. Esses habitantes conviviam harmoniosamente com a natureza, viviam em comunidades e obedecia a direção do cacique que era eleito chefe a sociedade.
Os lusitanos foram recebidos de forma civilizada sem nenhuma intimidação que pusesse em risco suas vidas. Por pensarem que tinham abordados na Índia, chamaram os nativos de índios.
Os recém-chegados apossaram-se dessas terras, logo depois os naturais foram dominados de forma brutal a trabalhos sem nenhuma remuneração e de forma desumana é desleal.
Exploraram as riquezas pertencentes desses povos e devido a abundancia de uma espécie de árvore conhecida por “pau-brasil”, deram o nome de Brasil a esse território.  O pau-brasil foi o primeiro produto brasileiro exportado.
Brasil: É uma Republica Federativa Democrática, o presidente é indicado através de eleições diretas, escolhido pela população.
O Brasil já teve dois reis, após tornar-se independente de Portugal, no século XIX, foi a única nação no continente americano a adotar o sistema monárquico.
Os demais países latinos americanos após se tornarem independentes adotaram o sistema republicano.
O primeiro monarca brasileiro foi D.Pedro I, conduziu o processo de independência em 1822, em 1831 abdicou o trono.
No ano de 1840, o seu filho D. Pedro II, com apenas com 14 anos assumiu o comando do Império brasileiro, sendo o segundo imperador do Brasil.
Atualmente é o maior país da América do Sul, ocupando a quinta colocação em extensão territorial, com 47% do território da America Latina, com mais de 201 milhões de habitantes, seu idioma materno e o português, sendo o maior país lusófono do mundo.
Autor: Prof.º Plínio Farias
Referências: Azevedo, Gislane Campos- Reinaldo, Seriacopi. Da pré-história á antiguidade (Projeto Taláris) Ed.Ática-SP - 2012